quinta-feira, 8 de março de 2012

Gilberto propõe solução para impasse da oposição

Depois de retirar seu nome da disputa majoritária, como forma de colaboração para a união das oposições, o Vereador Gilberto de Belchior defende agora a mesma solução que foi dada para a eleição onde disputaram Belchior e Zé Wilson contra Luizito e Djalma.
Naquela época, Belchior estava preparado para enfrentar Luizito, quando, na véspera da convenção, Zé Wilson se colocou também como candidato, gerando um grande impasse.
A solução encontrada foi reunir um grande grupo, incluindo candidatos, dirigentes partidários, lideranças políticas, correligionários e eleitores, todos da oposição, para decidir quem deveria ser o candidato. Belchior foi o escolhido por ampla maioria, ficando na “cabeça” e Zé Wilson na Vice. A oposição, é claro, venceu aquela eleição, contra Luizito.
Hoje, da forma como está, a oposição não chegará a lugar nenhum. Estão fazendo política ingênua e infantil, sem agregar absolutamente nada. Enquanto isto, o tempo vai passando e as chances de vitória diminuindo.
Há mais de um ano eu já defendia e cobrava a definição de critérios para escolha do candidato a prefeito, preocupado com a grande quantidade de pretendentes. Infelizmente, ninguém deu importância a isto.
Acho que a oposição ainda tem chances reais de vitória, desde que se apresente para a campanha unida, com uma boa chapa e um bom projeto de governo.
Para que isto aconteça, só vejo uma solução:
1.     Todos os pretendentes retiram suas candidaturas;
2.     Os partidos de oposição se juntam e organizam um grande ato, semelhante ao que foi feito naquela campanha de Belchior;
3.     Através do voto secreto, o grande grupo escolheria o nome do candidato, de uma lista elaborada pelos partidos.
Se bem executado, o processo feito dessa forma terá grande repercussão em todo município, até porque pessoas de todas as partes serão chamadas para opinar.
Assim, teremos um candidato competitivo e fortalecido pelo próprio eleitor e pelos partidos, abrindo espaço para as composições que precisam ser feitas com os partidos aliados.

Gilberto de Belchior
         Vereador

Piso Salarial dos professores

Promotores vão fiscalizar se municípios estão pagando piso nacional ao professor

Os promotores de Justiça irão fiscalizar se as prefeituras municipais estão respeitando a lei federal que fixou o novo salário base do magistério público em R$ 1.451, por 40 horas semanais de trabalho. A recomendação foi feita pelo procurador-geral de Justiça, Aguinaldo Fenelon.
O objetivo é fazer com que o piso nacional dos professores seja cumprido por todos os municípios de Pernambuco. A recomendação foi publicada na edição de hoje do Diário Oficial.
Caso os prefeitos não estejam cumprindo a lei, o procurador deve recomendar aos membros do Ministério Púbico de Pernambuco que adotem as medidas necessárias, que incluem ações judiciais.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Novo Piso para os professores

CARNAÍBA ANUNCIA QUE VAI PAGAR PISO NACIONAL DA EDUCAÇÃO

A secretaria de educação da prefeitura de Carnaíba divulgou que vai cumprir o que manda a lei e pagar o piso salarial dos professores estabelecido pelo Governo Federal, de R$ 1.451 . Foi a primeira preffeitura do Pajeú a fazer o anúncio. "Como o novo piso foi definido recentemente os professores terão os meses de janeiro e fevereiro  ressarcidos", garante  a Secretaria de Educação, Josefa Rita.


Por Nill Júnior em 07-03-2012 as 10:26
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segunda-feira, 5 de março de 2012

Eleições 2012 - Esclarecimentos

Em resposta aos questionamentos de leitores e eleitores a respeito de uma eventual aliança com o candidato do prefeito, nas próximas eleições, o Vereador Gilberto de Belchior esclarece:
1.       Coloquei meu nome a disposição das forças de oposição, para uma eventual candidatura a prefeito, por solicitação de uma boa parcela da população, que acredita na minha capacidade de comandar uma campanha majoritária e fazer um bom governo;
2.       Desisti de minha postulação porque, no momento adequado, não obtive os apoios necessários, dos partidos e das lideranças que formam o bloco de oposição;
3.        Não tomei ainda nenhuma decisão com relação ao meu futuro político e só farei isto depois de saber quem serão os candidatos a prefeito e conversar com a direção estadual do meu partido, o PSD, sob o comando do nosso Presidente André de Paula;
4.       A minha prioridade nesse momento é a campanha para minha reeleição (vereador) e não tomarei nenhuma decisão que venha prejudicar esse projeto;
5.       A decisão de ter candidato a prefeito ou apoiar esse ou aquele candidato será do Partido (PSD) e não do Vereador Gilberto de Belchior.
6.       A nossa tomada de decisão levará em consideração, entre outros fatores, o comportamento dos demais partidos, nesse momento pré-eleitoral, e, principalmente, a opinião e o desejo dos nossos eleitores
Dessa forma, espero ter prestado os esclarecimentos necessários, com o compromisso de tornar público qualquer decisão com relação às próximas eleições.
Gilberto de Belchior
   Vereador- PSD

Até que enfim uma previsão de chuva

Estudo afirma que semi árido terá inverno regularPDFImprimirE-mail

Segundo Patrício Oliveira, Gerente de Meteorologia e Mudanças Climáticas do Estado, em entrevista à Rádio Pajeú, de Afogados da Ingazeira, as chuvas fortes que caíram no domingo e segunda de carnaval na região, foram fruto de um evento chamado Vórtice Ciclônico, que causou chuvas em boa parte do estado naquele período. Foi o mesmo evento que fez cair chuvas fortes na abertura de carnaval em Recife e no Galo da Madrugada.
Explica Oliveira que as chuvvas no semi árido deverão chegar a partir da segunda quinzena de março, fruto da Zona de Convergência Intertropical e do fenômeno La  Niña, que terá atuação favorecendo um inverno regular na região. "Será um ano normal de chuvas, dentro da média, com veranicos de até 10 dias", diz Patrício.  O site para mais informações é www.apac.pe.gov.br.
Do site de Nill Junior

Agricultor já apela para São José

O mês de março começou sem chuva, agravando a situação do home do campo, que vive da agricultura e da pecuária e já vem recorrendo ao mandacaru para alimentar seus rebanhos.
O período de inverno na região geralmente começa em fevereiro e vai até maio. O problema é que já estamos em março e não temos previsões meteorológicas de chuvas para os próximos dias. Essa é a preocupação do Vereador Gilberto de Belchior que já encaminhou documento à Presidente Dilma, ao Governador e ao Prefeito, alertando para a situação e pedindo providências.
O único apoio do governo, até agora, é a Operação Carro Pipa, do Exército, que ameaça parar por falta de verba. Nos tempos de governos militares havia mais respeito e solidariedade para com o semi-árido nordestino, e, numa situação de estiagem como essa já se falava em frentes de emergência, cesta básica, carros pipas, etc.
Nós sempre corremos o risco de uma estiagem prolongada. No ano passado já não tivemos um ano tão bom e agora estamos vivendo uma estiagem de fato, que não tem data para acabar.
Dependendo da duração da estiagem, as conseqüências podem ser desastrosas se não forem tomadas as medidas corretas no momento adequado. É para isto que estou querendo chamar à atenção.
Não faço apologia à seca e a miséria, apenas gostaria que os governos pensassem mais em medidas definitivas para fortalecer a vida do homem do campo, em vez de medidas eleitoreiras, que desvirtuam, alienam e viciam, como dizia o Rei Luiz Gonzaga.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Prefeito retira projeto polêmico

O Projeto de Lei 002/2012 que altera a Lei Orgânica, mais especificamente o Artigo 109 relativo aos servidores municipais, foi enviado pelo Poder Executivo e encontra-se tramitando na Comissão de Legislação e Justiça. O projeto foi lido na última reunião, terça feira,   causando polêmica e insegurança no funcionalismo, em virtude das consequências que ele pode trazer para os servidores em geral.
Entre os pontos polêmicos destacam-se: A fixação de um ano para a implantação de um plano de cargos e salários, colocando em risco o que já existe; a regulamentação de contratações por até 12 meses, prorrogáveis por mais 12 meses, praticamente extinguindo o instituto do concurso público e consequentemente o fundo de previdêncis municipal, devido a falta de recolhimento, que só ocorre com os efetivos; a possibilidade de demissões, por insuficiência de desempenho, mediante avaliado por comissões nomeadas pelo prefeito, além de muitos outros pontos polêmicos.
De acordo com informações de membros do Governo Municipal, o Prefeito estaria disposto a enviar ofício para a Câmara de Vereadores retirando o projeto, até porque, da forma como está dificilmente seria aprovado, apesar de alguns pontos positivos que o texto contempla.