terça-feira, 9 de setembro de 2014

Armando quer que Paulo explique uso de avião



O candidato do PTB ao Governo do Estado, Armando Monteiro, pediu, há pouco, em entrevista coletiva, que o candidato adversário, o socialista Paulo Câmara, esclareça alguns pontos duvidosos que existem em relação à propriedade do avião que caiu em Santos e matou o ex-governador Eduardo Campos.
Armando disse que tomou esta iniciativa depois de saber que o adversário revelou ter usado também o avião em campanha. O senador quer que Câmara esclareça porque não aparece em sua prestação de contas de campanha as despesas relacionadas ao uso da aeronave.


Armando quer também que Paulo Câmara, na condição de um aliado próximo a Eduardo, esclareça as denúncias de que o avião estava registrado numa empresa com nome de laranjas, entre os quais uma peixaria e uma empresa de vigilância.
Armando também disse que Câmara tem que explicar ainda o nexo que a Folha de São Paulo mostrou, ontem, envolvendo o doleiro Alberto Youssef. Parte de um pagamento do avião teria sido feita com uma empresa pertencente ao doleiro. “São todas essas informações que a opinião publica tem que saber e que o candidato é obrigado a prestar”, afirmou.
Armando disse ainda que Paulo Câmara, quando secretário da Fazenda, concedeu incentivos fiscais a uma empresa que assumiu a paternidade do avião e que se revela inidônea por crime de sonegação fiscal.

Jornal o Globo lança suspeitas sobre antecipação de receitas da Refinaria Abreu e Lima para governo Eduardo Campos

  
Publicado em 08/09/2014 às 19:10 por em Notícias
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Foto: Sergio Machado, Eduardo Campos e Graça Foster dando a partida simbólica de um navio da Petrobras em 2012 – Renata Mello / Agência Petrobras
Do Jornal O Globo, desta segunda-feira (8)
 
 O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa concedeu vantagens financeiras, estendeu prazos e suprimiu compromissos assumidos por Pernambuco num acordo firmado diretamente com o então governador Eduardo Campos. Documentos obtidos pelo GLOBO revelam que Costa e Campos assinaram um termo de adiantamento de tarifas da Petrobras ao Porto de Suape por conta do futuro uso do porto no transporte de produtos da refinaria Abreu e Lima, cuja inauguração está prevista para novembro.
O termo foi assinado pelos dois em 18 de agosto de 2008 e cita repasses de R$ 475,7 milhões da estatal ao governo pernambucano. Pernambuco descumpriu um termo de compromisso assinado no ano anterior, o que levou a um aditivo validado por Costa e Campos. A transação começou a ser investigada pela Controladoria Geral da União em junho deste ano. Até agora, a estatal já repassou R$ 783 milhões a título de antecipação de tarifas.
Neste termo, assinado em 2007, Pernambuco se comprometeu a executar diferentes ações para garantir a implantação do projeto de Abreu e Lima. Sem dinheiro para honrar o compromisso, Costa e Campos firmaram o termo de adiantamento de tarifas portuárias. Assinaram ainda um aditivo ao termo de compromisso firmado no ano anterior para “aumento do prazo de vigência e supressão de um dos compromissos assumidos no termo de compromisso original”. Costa e Campos escrevem ainda no acordo que se trata do resultado de “negociação entre as partes feita a partir de orçamentos e estimativas elaboradas para os investimentos tratados neste termo”.
A Petrobras, por sua vez, se comprometeu a investir R$ 475,7 milhões ao todo, dos quais R$ 310,2 milhões seriam compensados por Suape.
E aí Marina, o que você acha disso? Seu partido também fazia parte desse governo, que você tanto critica!

Com sistema em colapso, Custódia será socorrida por reforço de adutora do Sítio dos Nunes

 

Publicado por em 8 de setembro de 2014

Sistema de tratamento de Custódia receberá reforço dos poços do sistema de Sítio dos Nunes, segundo Compesa. Cidade entrou em colapso.
Sistema de tratamento de Custódia receberá reforço dos poços do sistema de Sítio dos Nunes, segundo Compesa. Cidade entrou em colapso.
A Compesa está realizando uma obra de substituição da tubulação da adutora do Sítio dos Nunes, que transporta água dos poços de Vila de Fátima para Custódia, responsável por parte do abastecimento do município de Custódia, Sertão do estado.
A obra, com previsão para ser finalizada no final deste mês, tem um investimento de R$ 850 mil e objetiva melhorar a vazão da água ofertada para a cidade.  Estão sendo substituídos três mil metros da tubulação de PVC por tubos de ferro fundido de 300 mm, o que possibilitará que a companhia oferte 100 m³/h para a cidade só deste sistema.
Segundo o gerente regional da Compesa, Denis Fernando, a obra vai melhorar o abastecimento de Custódia, suprindo parte da necessidade da população. “Com a troca de tubulações da adutora de Sítio Nunes e o aumento da vazão extraída da bacia de poços de Vila de Fátima, teremos mais água a ofertar e uma maior confiabilidade no sistema”, explicou.
O que impedirá que a cidade fique sem água, mesmo com o colapso do açude Marrecas, que atualmente encontra-se com 3% de sua capacidade e faz com que Custódia enfrente um rodízio rigoroso. “Quando a adutora estiver pronta, essa situação será amenizada”, adiantou Denis Fernando.
O vereador, Gilberto de Belchior e o prefeito Luiz Carlos tem feito cobranças sistemáticas à Compesa para que a água chegue nas torneiras dos consumidores o mais rápido possível, porque a população não tem como ser abastecida por carro pipa, principalmente a mais pobre.

Marina: 'Não há nada contra Eduardo no caso Petrobras''

 A candidata do PSB ao Palácio do Planalto, Marina Silva, saiu em defesa de seu ex-companheiro de chapa Eduardo Campos e disse que "não há nenhum fato determinado" contra o ex-governador de Pernambuco, morto em um acidente aéreo no dia 13 de agosto, nas investigações sobre o bilionário esquema de desvio de dinheiro na Petrobras. Em entrevista para o "Jornal da Record" na noite desta segunda-feira (8), Marina foi questionada sobre o aparecimento do nome de Campos em depoimento do ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa, que listou políticos, entre eles Campos, que foram supostamente beneficiados pelo esquema de desvio de dinheiro.
"Em primeiro lugar, é uma citação, e na matéria não tem nenhum fato determinado. Em segundo lugar, o processo está em investigação. Queremos que as investigações sejam feitas com todo o rigor, e que aqueles que são culpados sejam punidos e os que são inocentes, que sejam inocentados", disse a candidata.
Engraçado: Para Marina só é corrupção se for com os adversários! A pessoa que denuncia os adversários é a mesma que denuncia Eduardo! Então, por que ele não seria suspeito também?

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Dilson Peixoto participa de evento na Serra da Torre

O candidato a deputado federal, Dílson Peixoto participou, ontem pela manhã, de uma visita e bate papo na Comunidade Serra da Torre, ao lado do vereador Gilberto de Belchior, responsável pelos projetos, PNHR do Governo Federal, que já beneficiou cerca de 140 famílias, na zona rural do município de Custódia, entregando a essas famílias uma moradia de qualidade, deixando para trás uma história de desconforto e de sofrimento.
Dílson vem apoiando esses projetos, juntamente com o senador Humberto Costa, desde o processo de reconhecimento das comunidades quilombolas, pela Fundação Cultural Palmares, até a tramitação e liberação de recursos para a construção das moradias, além de outros programas aos quais as comunidades quilombolas têm direito.
Precisamos desse apoio, não só a nível de Estado, mas, principalmente no plano federal, para que nossos projetos tenham êxito, afirmou o vereador Gilberto. Por esse motivo é importante a eleição de Dílson para a Câmara Federal, bem como a reeleição da presidenta Dilma, de Armando governador e João Paulo Senador, para que tenhamos a garantia da continuidade dos programas que beneficiam milhões de famílias pobres em todo País.
 
 
O prefeito, Luiz Carlos, juntamente com uma parte da militância, Onda Azul prestigiou o evento, apesar de está apoiando o candidato a deputado federal, Zeca Cavalcante e Júlio Cavalcante para estadual, que também tem o apoio do vereador Gilberto.  

Corrupção só vale para os outros?

O que se comenta agora na mídia nacional é a denúncia do ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto, que se encontra preso, que para receber o benefício da delação premiada, acusou uma lista de pessoas, que segundo ele, teriam se beneficiado de recursos desviados da companhia petrolífera, entre os quais o ex-governador, Eduardo Campos.

A substituta de Eduardo, Marina Silva e seu partido, o PSB, tentam jogar a culpa na candidata Dilma, como se políticos do PT, PMDB e PP, aliados seus, também não estivessem na lista. Se a denúncia não atingisse pessoas ligadas ao PT eles até poderiam desconfiar, mas, se o fato pode prejudicar as duas candidaturas, ou seja, Dilma e Marina, tentar jogar a culpa na candidatura de Dilma não tem sentido. Melhor seria a turma de Marina apresentar argumentos mais sólidos que comprove a inocência de Eduardo, já que ele próprio não pode se defender.

Aliás, Marina e seu PSB também precisam explicar direito essa estória do avião que caiu com o ex-governador. Um aparelho de 30 milhões de reais, sem dono? Quem quer ser presidente da República não pode está andando em veículos sem saber a sua procedência, até por uma questão de segurança.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

O risco Marina

O último presidente da República, eleito por uma “onda”, Fernando Collor fez o Brasil perder praticamente uma década. Assim como Marina, ele achava que podia governar sem negociar com o Congresso Nacional e acabou sendo cassado através de um processo de Impeachment.

Marina diz que vai governar com os bons, venham de onde vier. O problema é que os bons são poucos, insuficientes, portanto, para aprovar os projetos no Congresso Nacional. Mesmo precisando se hospedar no PSB, para sair candidata à vice de Eduardo, ela já criava sérias dificuldades nas alianças que estavam sendo articuladas nos estados. Vetou uma aliança já fechada no RS, se recusou a subir no palanque formado em SP, em MG e no RJ e rejeitou uma aliança com Ronaldo Caiado, representante do agronegócio na Câmara Federal.

Tudo isso sem ser nada. Imaginem como seria no cargo de Presidente da República. Se levar adiante a promessa de governar com os bons ela não irá se entender com o Congresso, porque a maioria lá não presta, segundo seu raciocínio. A maioria lá é composta pelos políticos do PT, do PMDB, do PSDB, do PSD e de outros partidos adversários seus.

E aí? Ela seguirá com a promessa da “Nova Política”, correndo o risco de o País afundar, ou irá se curvar diante dos “maus” e praticar a “Velha Política”? Lula tinha algumas posições parecidas com Marina, mas, ao contrário dela, ele é pragmático e um excelente negociador. Quando viu que, para ter o apoio do PMDB, no Congresso, tinha que conversar com Renan, Sarnei e companhia, ele foi lá e soube fazer as coisas acontecerem.

O resultado é o que temos hoje. Um Brasil bem melhor, disto ninguém duvida. A Marina, que deverá ir para o segundo turno contra Dilma, precisa explicar melhor o que ela chama de “Nova Política”. Seria acabar com os programas de distribuição de renda, que sustenta a economia da maioria dos municípios brasileiros; paralisar as obras de geração de energia ou da transposição, que entre tantas outras empregam milhões de pessoas nesse país a fora? Não custa nada perguntar!

De tudo que a mídia e os adversários têm falado a respeito de Marina, uma coisa me deixou preocupado: na pregunta feita por Patrícia Poeta, durante a entrevista da Globo, onde ela questionava a subida nas pesquisas de intensão de voto, se isto seria pelo desconhecimento, já que na eleição passada, ela, Marina teria ficado na terceira colocação, atrás de Dilma e de José Serra, no Acre, seu Estado, onde ele é mais conhecida?

Sabe o que Marina respondeu, diante dos microfones da Globo? Que contrariou muitos interesses em seu Estado. Tanto que, em determinados momentos, ficou impedida de circular em algumas regiões.

Então? Já imaginou se numa eventual vitória de Marina ela iria contrariar os interesses do povo brasileiro, a ponto de não poder andar em determinadas regiões?

Estamos diante de um fato inusitado, onde uma candidatura, com grande potencial, está colocada de forma improvisada, por causa de uma tragédia que comoveu toda nação. Porém, uma tragédia não pode levar a outra. Esse gigante, chamado Brasil não é brincadeira de “menino buchudo”.

Para governá-lo nunca foi fácil para ninguém. O governo Dilma, apesar dos ataques que vem recebendo, vem conseguindo vencer a crise, que se instalou no mundo todo, sem cortar os programas sociais e sem promover desemprego em massa, como vem ocorrendo em muitos países desenvolvidos.

O Nordeste vem sendo castigado pela maior seca dos últimos 50 anos e mesmo assim não se tem notícia de fome nem de ameaças de saques como ocorria no passado. Isto se deve as políticas sociais do governo Lula que estão sendo mantidas pelo Governo Dilma.

Nos últimos doze anos o comércio de Custódia cresceu como nunca e junto com ele surgiram as oportunidades de empregos. Todo esse comércio é sustentado em grande parte pelo dinheiro do Bolsa Família e de outros programas sociais. Os loteamentos se multiplicaram e as construções também, fruto dos investimentos feitos pelas pessoas que vão trabalhar em outros estados e aplicam seu dinheiro aqui.

A candidata Dilma projeta um futuro melhor com base no que já está sendo feito, ou seja, com conhecimento de causa, mostrando dados reais e resultados já obtidos. O pré-sal é a grande aposta para fazer do Brasil uma grande potência, inclusive como exportador de petróleo, aumentando significativamente os investimentos em educação e saúde.

A Marina nem cita o pré-sal em seu programa de governo. Então, de onde ela buscará recursos para fazer o que promete? Não se governa fazendo mágica. Por mais que se reduza o número de ministérios, por mais que se faça economias, por mais que se contrarie interesses não se consegue recursos suficientes para cumprir as promessas de campanha, se não houver uma fonte robusta de dinheiro, como o pré-sal promete.

Concluo afirmando que o debate está apenas começando e que o povo precisa tomar conta dele para que se possa fazer um voto consciente, avaliando as consequências desse voto.

Vereador Gilberto de Belchior