| Do Blog do Magno Protesto: prefeituras fecham as portas no dia 13 de maio |
Em reunião na Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), realizada nesta segunda-feira (29), os prefeitos pernambucanos decidiram aderir ao ato de protesto que está sendo encabeçado pela seccional nordestina Confederação Nacional (CNM) em razão das medidas insuficientes para a convivência com a seca. Na ocasião, as prefeituras vão manter em funcionamento apenas os serviços considerados essenciais e devem fechar suas portas em sinal de protesto. A ideia é que os prefeitos participem de ato na Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco (Alepe), com sede no Recife, onde será entregue um documento mostrando a realidade e as dificuldades enfrentadas pelos gestores em atender a população em suas necessidades básicas. O texto será finalizado em reunião realizada amanhã (30) em Maceió, com todas as associações de municípios do Nordeste para que o discurso seja uniforme, já que a situação enfrentada é a mesma. ”Não queremos briga com A ou B. Nossa defesa é pelos municípios, pois é lá que as pessoas nascem, vivem e morrem. Ou seja, todos os problemas passam pela porta do prefeito”, disse José Patriota, presidente da Amupe. Segundo ele, a pauta da próxima edição da Marcha à Brasília em Defesa dos Municípios, que acontecerá de 8 a 11 de julho, abordará, entre outras, a questão do prejuízo financeiro das cidades que hoje se dá apenas pelas constantes quedas do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), mas pelo número cada vez maior de atribuições que eles recebem sem a devida compensação financeira, a exemplo dos programas federais. A reunião de hoje tratou ainda sobre a transferência da manutenção da iluminação pública para os municípios a partir de janeiro de 2014, tema responsável por diversas queixas dos prefeitos junto a Celpe, embora a decisão seja da Aneel. Patriota informou aos prefeitos que existe uma ação da Amupe contestando a decisão da Aneel, mas orientou os associados a dialogarem com a Celpe em busca de soluções a curto e médio prazo dada a morosidade das decisões judiciais, sem contar os recursos cabíveis. |
terça-feira, 30 de abril de 2013
Greve das prefeituras
domingo, 28 de abril de 2013
Audiência Pública com o Banco do Nordeste
Na Audiência Pública realizada na Câmara de Vereadores, com o
Banco do Nordeste, o Líder do Governo, Gilberto de Belchior destacou as
vantagens que estão sendo oferecidas pelo governo e pelo BNB, onde os
agricultores que contraíram débitos de até R$ 35.000,00 teriam um rebate de
85%, sendo os 15% restantes autofinanciados pelo próprio banco, de forma que a
dívida antiga seja quitada, em troca de uma dívida menor, corrigida por uma
taxa de juros de 3% ao ano.
Gilberto entende que os subsídios oferecidos pelo governo
devem atingir todas as operações, de investimento e custeio, destinados as
atividades de sequeiro (não irrigada), independente do valor. Todos os
agropecuaristas que desenvolvem suas atividades de sequeiro no semiárido estão
sofrendo os prejuízos com essa seca terrível que está aí, independentemente do
valor financiado. Quanto maior for o negócio, maior está sendo o prejuízo,
portanto, não tem sentido discriminar os maiores devedores, porque o cenário é
o mesmo.
Ainda da Tribuna, o Líder e Primeiro Secretário da Câmara
Municipal defendeu que o País tenha uma política agrícola diferenciada para o
Nordeste, mais especificamente para o semiárido nordestino, que tem sérias
limitações de clima, de solos, etc., que praticamente inviabilizam a atividade
agropecuária, como atividade econômica. Não adianta você fazer um projeto todo
bonitinho e nele prever uma capacidade de pagamento baseado na produção de
leite, de carne, de grãos, etc., simplesmente porque essa produção não irá
existir, pelas dificuldades que estamos vendo. É pura hipocrisia, afirma
Gilberto, que é Engº Agrônomo e projetista.
Melhor seria que o governo tivesse uma política agrícola
diferenciada, subsidiada, não da forma como fazem hoje, mas um subsídio que se
estenda até a venda do produto. Se o governo tivesse comprando os produtos,
diretamente aos produtores, por um preço bem superior ao praticado pelo
mercado, as pessoas iriam valorizar mais o seu capital, seja próprio, seja
financiado.
Estamos vendo o governo subsidiando a agricultura familiar,
na entrega do dinheiro. Ele empresta X e o agricultor paga X – Y. Isso não irá
funcionar nunca, pois o cara pega o dinheiro e compra uma moto. Penso que se o
governo concedesse parte desse subsídio na compra do produto, pagando por ele
um preço bem maior que o do mercado, nós iriamos criar uma cultura da produção.
O cidadão iria pensar: vamos produzir que o negócio compensa!
Da forma como está, qualquer pessoa não pensará duas vezes.
Vamos tirar R$ 12.000,00 pelo PRONAF e vamos pagar com R$ 7.000,00. Ele irá
empregar esse dinheiro em qualquer negócio, menos na agricultura familiar,
concluiu Gilberto.
Todas as propostas
defendidas nessa Audiência Pública serão encaminhadas ao governo e ao Congresso
Nacional através de um Relatório que está sendo finalizado pelo Vereador
Cicinho.
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Mandato de cinco anos e fim da reeleição
| Do Blog do Magno
Eduardo diz a Aécio que apoia fim da reeleição
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Campos disse ao tucano que externava sua opinião pessoal, mas que vai levar a discussão ao partido. Para o pessebista, a mudança, se aprovada agora, deveria valer a partir de 2018. (De Vera Magalhães - Folha de S.Paulo) |
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Governo sofre derrota no Senado e STF
| Do Blog do Magno Dilma sofre dupla derrota em lei para barrar partidos |
terça-feira, 23 de abril de 2013
Mais um protesto de agricultores pedindo perdão das dívidas
Do Blog de Itamar
| Na Paraíba, carcaças de animais são jogadas em frente ao Banco do Nordeste | |||
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Voto de Repúdio
O vereador Uilson Leandro encaminhou, na Reunião de hoje, Requerimento de Voto de
Repúdio contra o deputado Jean Wyllis (PSOL-RJ) por ter declarado que “A Bíblia
é uma piada. Quem crê nela é palhaço.”
O Requerimento foi subscrito pelos demais vereadores e será
encaminhado à Câmara dos Deputados e as igrejas: Católica e Evangélicas do
município. A declaração do Deputado também foi motivo de debate na Câmara
Municipal de Carpina-PE, onde também foi aprovado Voto de Repúdio e será
organizado um manifesto com coleta de assinaturas contra a atitude do
parlamentar.
Embrapa discute ações de reestruturação do semiárido
Do blog do Magno
Secretários de agricultura dos Estados do Nordeste e representantes do Governo Federal reuniram-se ontem (22), em Petrolina, para propor a construção de um calendário de atividades com ações emergenciais e estruturantes de médio e longo prazo que permitam uma melhor convivência com os efeitos da estiagem prolongada, assim como definir as responsabilidades das diferentes instituições nos seus diversos níveis.
Estiveram presentes à abertura do Seminário da Embrapa Semiárido, o ministro do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas, o secretário de Políticas Agrícolas do Ministério da Agricultura e Pecuária, Neri Gueller e da Agricultura Familiar, Valter Bianchini, além do secretário estadual de Agricultura e Reforma Agrária, Ranilson Ramos e o presidente do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), Júlio Zoé de Brito.
Na abertura, Ranilson propôs que seja elaborada uma agenda assegurando a emergência das intervenções ao atendimento da população e do rebanho, sobretudo, as ações estruturantes. Para ele, as ações devem seguir quatro etapas de implementação.
A primeira delas, a renegociação das dívidas dos produtores rurais, com base na normativa que foi anunciada recentemente pela presidente Dilma Rousseff (PT). A segunda etapa a criação de linhas de financiamentos que permitam a estruturação das propriedades rurais. A terceira etapa a ser assegurada é a recuperação das pastagens, para, a partir daí, se chegar à quarta etapa, que diz respeito à recomposição dos rebanhos.
O seminário reuniu, além de representantes dos governos federal e estadual, da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), Associação Brasileira das Empresas Estaduais de Assistência Técnica e Extensão Rural (Asbraer), Conselho de Secretários Estaduais de Agricultura (Conseagri), Codevasf, ASA, Contag e Fetraf.
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